[into the wild - penn]
illissos, divindade-rio de atenas
com uma vénia otomana a lord elgin
Friday, February 15, 2008
Thursday, February 7, 2008
Monday, January 28, 2008
a floresta

aprende-se sempre qualquer coisa com um clássico...
A FLORESTA de Aleksandr Ostróvsk
Uma das comédias mais importantes daquele que tem sido chamado o fundador do teatro russo. Escrita em 1871, A Floresta, traça com delicado humor o retrato de um grupo de personagens numa herdade russa do fim do século XIX, as suas relações, os seus anseios, a sua ignorância, as suas insatisfações, o seu mau viver. Tudo gira em torno da tensão entre o dinheiro e a felicidade. Os ricos não conseguem ser felizes com o seu dinheiro. Os pobres não são felizes porque o não conseguem ter. A proprietária, viúva rica e aparentemente virtuosa, vai vendendo talhões da sua floresta a um mujique enriquecido que lhe corta as árvores para aproveitar a madeira, e guarda o dinheiro para os prazeres com que sonha. Impede a alegria dos que a rodeiam, seus criados e protegidos. Dois actores ambulantes chegam um dia à herdade e vêm perturbar este equilíbrio. Esses, os artistas, têm a ilusão de poderem ser felizes sem dinheiro. Geram-se mais desencontros que encontros em divertidas situações que têm tanto de real como de teatral. Considerada habitualmente como uma "comédia de costumes", a obra tem uma qualidade poética que chega a lembrar Shakespeare na sua capacidade para pôr em cena a vida verdadeira sem nunca "moralizar", para entender os seres humanos nas suas pobres contradições.
(o texto é da cornucópia, claro)
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ricardo
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labels: teatro
Friday, January 25, 2008
cinema lisboa #009 a #011
2008, janeiro
impressionante viagem sobre a (in)dignidade humana.
um murro no estômago.
[4 meses, 3 semanas e 2 dias - mungiu]
acho que não consigo evitar ver filmes apenas pelo philip seymour hoffman
[charlie wilson's war - nichols]
este é um daqueles casos em que o livro...
[the golden compass - weitz]
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ricardo
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Plato, Republic, VII
“Tyranny comes from no other form of government but democracy.”
ou, então, Winston Churchill:
“The best argument against Democracy is a five-minute talk with the average voter.”
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ricardo
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labels: this is my life
postmodernism: a very short introduction
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ricardo
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labels: la biblioteca de babel
Tuesday, January 22, 2008
Monday, January 14, 2008
Tuesday, January 8, 2008
o sentimento d'um occidental
Nas nossas ruas, ao anoitecer,
Ha tal soturnidade, ha tal melancholia,
Que as sombras, o bulicio, o Tejo, a maresia
Despertam-me um desejo absurdo de soffrer.
O ceu parece baixo e de neblina,
O gaz extravasado enjôa-me, perturba;
E os edificios, com as chaminés, e a turba
Toldam-se d'uma côr monotona e londrina.
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Ricardo
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ainda thoreau
I am too high-born to be propertied,
To be a secondary at control,
Or useful serving-man and instrument
To any sovereign state throughout the world.
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